VITO-RIOSO

28/02/2010

O italiano Vito talvez seja um dos restaurantes mais concorridos de São Paulo.

Duas explicações: André Mifano foi eleito “chef revelação” de 2009 pela revista Veja São Paulo, e o restaurante dele é pequeno (se não me engano, não tem mais do que 30 lugares).

Lembro-me de telefonar várias vezes, no ano passado, para ver se havia alguma chance de jantar lá, e ouvir que só poderia reservar uma mesa na semana seguinte. Ou arriscar a espera.

Ontem, liguei de novo, por volta das 9 da noite. Acho que desliguei o telefone na cara da pessoa que atendeu.

“Tenho uma mesa no meio da sobremesa, e outra que está escolhendo a sobremesa agora”, foi a resposta.

Espero que tenha dado tempo para o cara ouvir eu dizer: “estou indo”.

O Vito fica fora do agito dos restaurantes badalados da cidade, numa rua tranquila da Vila Beatriz. Não tem manobrista nem sala de espera.

Ficamos na calçada no máximo 5 minutos, sorte grande.

O espaguete à carbonara, de acordo com as tradições italianas de minha mulher, estava ótimo.

O meu conchiglione com berinjela, búfala e molica (óbvio que eu tive de perguntar o que era: uma farofa de pão, crocante, muito boa) também agradou muito.

Antes, dividimos uma salada verde com mozzarella de búfala, pesto de rúcula com menta e presunto cru.

Durante, o tinto italiano Barco Reale di Carmignano.

Eu já tinha ouvido que Mifani é um chef sem frescuras, interessado apenas em fazer comida italiana de qualidade e deixar seus clientes satisfeitos (ele passou pela cozinha do Tappo Trattoria e do Buttina, outros dois endereços altamente recomendáveis), mas é preciso ressaltar que a maioria dos pratos de seu cardápio está na faixa dos R$ 30,00, o que é raro em restaurantes bem falados de São Paulo.

Enfim, descobrimos outra razão (provavelmente a principal) para a dificuldade de conseguir uma mesa no Vito: a comida é boa pra caramba.

Independentemente da concorrência, voltaremos.


EU FUI

14/02/2010

Estivemos ontem no Olea Mozzarella Bar (link no post anterior).

O lugar é muito agradável. Um salão interno espaçoso e climatizado, uma área bem sacada com mesas ao ar livre, e um balcão no fundo onde se pode montar a própria salada e escolher o tipo e o tamanho das mozzarellas.

Sentamos na parte descoberta, sem sofrer com a noite quente em São Paulo.

Duas entradas ótimas (perdão por não me lembrar dos nomes): mozzarella recheada com bresaola e rúcula, e massa de pizza recheada com presunto cru e mozzarella derretida. Dá para ficar comendo a última a noite inteira.

O cardápio tem algumas massas, mas parece especializado em pizzas.

Pedimos uma meia caprese, meia margherita, que estava muito, muito boa.

Massa média crocante no ponto certo, muito molho de tomate, alta quantidade de sabor. Uma típica pizza italiana, diferente do que encontramos nas pizzarias tradicionais.

Para acompanhar, um Chianti (a carta só tem rótulos argentinos, chilenos e italianos) que caiu na medida.

O Ollea não é, e nem pretende ser, um restaurante refinado. É uma ótima opção para ficar apenas nos antepastos, ou comer uma pizza que merece elogios.

A mozzarella da grife La Bufalina satisfaz os viciados como eu.

Voltaremos.


ALÔ!!!!

10/02/2010

Sim, o Mais Gelo está vivo.

E salivando.

Eu não sei nada (além do que li) a respeito desse restaurante recém-aberto em São Paulo.

Mas sei que em breve, muito em breve, saberei mais.

Se alguém puder acrescentar algo, por favor…


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