O SKYPE JÁ ERA

16/11/2010

Quando o Skype surgiu, a vida de quem precisa viajar para trabalhar melhorou muito.

Lembro de noites na Copa da Alemanha em que eu vagava pelo lobby dos hotéis, buscando o melhor sinal de internet, para ver minha família em casa.

A cena aconteceu muitas vezes, em muitos lugares, e sempre valeu a pena. Mesmo que seja um processo que depende de disponibilidade de ambas as partes e de dois computadores ligados (e logados no programa), foi uma revolução no tratamento da saudade.

Acabo de chegar da Itália e posso dizer que o Skype foi superado. Os iniciados nos produtos da Apple sabem do que estou falando.

MacBooks, iPhones 4 e iPods de última geração agora se comunicam em ligações de vídeo via wifi. O processo se chama FaceTime.

Liguei para casa várias vezes, vi minha mulher e minhas filhas, falamos pelo tempo que quisemos, com custo zero. Vídeo e audio impecáveis.

Nas noites em que as meninas já estavam dormindo, minha mulher foi ao quarto delas para que eu pudesse vê-las. A mobilidade é indescritível.

Dizem que em breve (talvez até em 2011), o FaceTime não precisará de wifi, funcionará em 3G.

Estamos cada vez mais parecidos com os Jetsons…

Ah, outra coisa: vi “A Origem” no avião. Bom entretenimento, apesar da comparação inevitável (e a derrota, também) com “Matrix”.

Como só ouvi falarem mal, fui preparado para me arrepender. Final óbvio e tal, mas o filme gastou mais de 1 hora de um voo de 12, então cumpriu seu papel.

As outras opções eram péssimas, como um filme em que o marido da Demi Moore é um assassino que se apaixona por uma atriz loira (não vale a pesquisa no Google para escrever o nome dela certo) e se aposenta. Deve ser legal pra caramba…


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