O TWITTER (e um forno em manutenção)

02/02/2011

Em abril de 2009, fiz este post em meu blog no Lancenet! sobre o Twitter.

Foi um “pensamento alto” e, ao mesmo tempo, uma pequena pesquisa. Com a novidade explodindo na rede mundial, não conseguia enxergar como usá-la profissionalmente. O uso pessoal, obviamente, nunca foi cogitado. Esse tipo de coisa não é para mim.

Lembro que a maioria dos comentários do post concordou comigo. Entre twitter ou não ter, a opção foi não ter. Mas na verdade não foi bem assim.

Desde então, quase dois anos atrás, eu estou no Twitter. Mas não estou. Quer dizer, uso metade do que o Twitter oferece. Sou apenas um leitor secreto, jamais digitei o primeiro dos 140 caracteres a que tenho direito.

Já tive vários nomes diferentes (todos “de fantasia”), já segui mais de 100 pessoas, nunca me empolguei.

Explico: para quem vive no mundo em que vivo, o do jornalismo, o noticiário é onipresente. Fica-se sabendo das coisas todos os dias, o tempo todo. Claro, às vezes demora mais, às vezes menos, mas as notícias estão sempre chegando.

Na minha vida de tuiteiro pela metade, não me lembro de ter pensado que “eu não teria ficado sabendo disso se não fosse o Twitter”. Mesmo porque os jornalistas que deram furos de 140 caracteres sempre acabaram escrevendo posts em blogs, reportagens em sites e jornais, boletins em rádios e TVs.

Ocorre que meu ponto de vista era o pior possível para fazer essa análise. A ficha caiu agora, nas minhas férias, em que passei cerca de 20 dias fora do Brasil.

Eu sabia que não conseguiria me desplugar completamente, então fiz uma experiência: decidi usar o Twitter para (tentar) me informar sobre as coisas. Cada navegada pela internet começou por ele.

Foi interessante, divertido e – importante dizer – satisfatório.

Segui vários colegas que respeito e admiro, alguns perfis institucionais de empresas jornalísticas e muitos repórteres e colunistas estrangeiros que sabem utilizar o espaço com maestria.

Para quem não vive cercado pelo noticiário, o Twitter pode ser indispensável.

Para quem faz o que eu faço, pode ser muito útil. Desde que se “acerte a mão”.

Vou ver se consigo. A partir de hoje, entrarei na conversa para informar/opinar, divulgar minhas atividades e as de outras pessoas.

Você pode me seguir em @KfouriAndre

Um pedido: se algum dia eu escrever “bom dia, acabei de tomar café” (ou similares), por favor chame a ambulância.

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Voltamos anteontem ao Olea Mozzarella Bar, local já comentado (e aprovado) aqui.

A ideia era fazer uma despedida das férias com a melhor coisa já inventada usando o leite das búfalas, seguida pela pizza italiana servida lá. A vontade específica se acumulava há mais de um mês.

Cheguei com minha mãe, minha mulher e minhas filhas. Em minutos, estávamos exagerando nos pães, na berinjela… era melhor pedir logo as pizzas.

Cardápio na mão, perguntei a elas o que queriam. Ao lado da mesa, o garçom se antecipou:

– Hoje não temos pizza…

Acho que olhei para o cara como se ele fosse de outro planeta. A simples possibilidade de ser verdade me aterrorizou.

Claro que era.

Houve um problema no forno, que estava “em manutenção” apenas naquela noite. Que fase.

Expliquei que nosso plano era pizza, e que continuaria a ser. O dono do restaurante foi absolutamente gentil. Fomos embora atrás de uma segunda opção, mas a noite acabou ali.

A pizza italiana que o Olea serve não pode ser encontrada em outro lugar. E mesmo se pudesse, não seria a mesma pizza na qual pensei por semanas.

Pode ser exagero meu, mas terei de voltar em breve.

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BONS DIAS

07/01/2011

Há momentos em que olho para cenários como esse (sim, a foto é minha, feita pelo celular. Clique para aumentar) e não posso aproveitá-los como gostaria.

Lembro de um Torneio das Américas de basquete em Porto Rico, acho que em 2003, em que o resort na praia em que ficamos hospedados era um lugar excelente para tudo, menos trabalho.

Jogos da Seleção Brasileira no Nordeste também produzem, sempre, uma sensação parecida.

Mas cada coisa tem sua hora e, agora, é hora de desfrutar. Em família, o que é muito melhor.

Os dias têm começado com corridas cada vez mais longas e agradáveis. Fiz uma “revisão” no fim do ano e felizmente está tudo certo.

No teste ergométrico, o médico olhou minha ficha e disse o seguinte:

– Você está com 37 mil quilômetros, André?

– Isso.

– Rodando 10 por dia, quatro ou cinco vezes por semana?

(rindo) Nas boas semanas, é isso.

– Ótimo, vamos ver até onde você vai hoje…

Para minha surpresa, foi o melhor resultado nos últimos 5 anos.

Sentir-se em boa saúde é um tipo de satisfação diferente, quase uma alegria. Algo cada vez mais importante, que faz cenários como o acima serem ainda mais bonitos.

Espero que todos estejam bem.


BABÁ ELETRÔNICA EM APUROS (post longo)

02/01/2011

Pelo terceiro ano seguido, passo uma semana em família (3 gerações) num delicioso hotel no interior de São Paulo.

A programação é feita para as meninas aproveitarem, e vê-las se divertirem o dia todo é o que importa.

Mas a mais nova ainda dorme depois do almoço, as duas vão para a cama bem cedo à noite, o que nos obriga a monitorar o sono delas enquanto os adultos almoçam e jantam.

O hotel oferece um serviço de babá para essas situações, mas preferimos dar outro jeito.

Reservamos sempre os mesmos quartos, que ficam num corredor exatamente em cima do restaurante. A babá eletrônica funciona à perfeição, a ponto de conseguirmos ouvir a respiração das meninas e qualquer outro ruído no quarto delas. Da mesa ao quarto, não dá mais do que um minuto.

Também sentamos sempre à mesma mesa, ao lado de uma providencial tomada.

Anteontem, por algum motivo, alguém sugeriu que mudássemos de lugar para o almoço. Havia muitas tomadas por perto, portanto não haveria problemas. Na hora de ligar a babá, zebra.

A luzinha acendeu… e apagou. Nas tentativas seguintes, nada. Temi pelo óbvio: aparelho de 110v ligado numa tomada de 220v…

Ocorre que eu tinha perguntado à recepção sobre a voltagem. Ouvi que todas as tomadas eram 110. Quando fui me informar sobre a existência de uma loja de produtos para bebês na cidade, os funcionários quiseram saber o que tinha acontecido. Falaram sobre uma suspeita de que havia uma tomada 220v no restaurante. Bem… já não era mais uma suspeita.

Aquele pequeno aparelho eletrônico é tão importante na dinâmica da estadia, que deveríamos andar com um de reserva. Não andamos e o problema estava instalado: ou se arrumava outro, ou teríamos de nos revezar na vigília. Situação dramática, pois as conversas nos almoços e jantares são sempre agradáveis. Meu pai foi o primeiro a “se sacrificar”.

A recepção nos deu dois endereços na cidade. Um era de um local de reparos de aparelhos eletrônicos, que talvez pudesse ajudar. O outro, da tal loja de produtos infantis. Na primeira parada, a confirmação do que já se sabia – a babá estava queimada e não havia como consertar. Na segunda, a moça do balcão disse que os 3 aparelhos que ela tinha na loja tinham sido vendidos naquele dia.

Eu já estava cogitando a hipótese de voltar para São Paulo e trazer outra, quando tive uma ideia. O hotel possui várias redes wi-fi que funcionam bem. Se conseguíssemos fazer uma conexão de FaceTime entre o meu iPhone e o da minha mulher, teríamos até como ver (não apenas ouvir) as meninas dormindo.

Voltando para o hotel, nem lembrei que tinha trazido meu laptop (eu ainda tinha uma coluna para escrever para o jornal), o que nos permitiria usar apenas um telefone.

Testei o “sistema” à tarde, sem falhas. À noite, “pra valer” durante o jantar, funcionou perfeitamente. A imagem ficou quase que totalmente escura, mas o som era de ótima qualidade. Cerca de uma hora e meia de conexão consumiu 30% da bateria do iPhone. O que é mais legal: ao apertar a tecla mute no celular, impede-se que o outro lado ouça qualquer coisa, mas não se corta o som que vem do outro aparelho.

No dia seguinte, último do ano, conseguimos convencer nossa mais velha a dormir após almoçar, para que ela aguentasse até os fogos à meia-noite. As duas foram para a cama, e nós, para o restaurante, com o “big brother” ligado. A luminosidade que entrava pelas janelas permitia vê-las deitadas.

Estávamos no meio do almoço, quando ouvi um barulho e vi um vulto na tela do telefone. Meu primeiro pensamento – alguém entrou lá – quase me matou do coração. Era minha filha mais velha, sentada na cama. Meu pai levantou e foi para o quarto.

Aí nos ocorreu algo que não tínhamos pensado: dava para falar com elas. Desabilitei o mute e chamei minha filha, que logo respondeu. Avisei que o avô delas estava chegando, mostrei que estávamos todos no restaurante. A mais nova também acordou, as duas se posicionaram na frente do computador, e ficamos conversando.

Engraçado como a tecnologia nos possibilita tantas coisas. Acho que a babá eletrônica vai perder o emprego.


O SKYPE JÁ ERA

16/11/2010

Quando o Skype surgiu, a vida de quem precisa viajar para trabalhar melhorou muito.

Lembro de noites na Copa da Alemanha em que eu vagava pelo lobby dos hotéis, buscando o melhor sinal de internet, para ver minha família em casa.

A cena aconteceu muitas vezes, em muitos lugares, e sempre valeu a pena. Mesmo que seja um processo que depende de disponibilidade de ambas as partes e de dois computadores ligados (e logados no programa), foi uma revolução no tratamento da saudade.

Acabo de chegar da Itália e posso dizer que o Skype foi superado. Os iniciados nos produtos da Apple sabem do que estou falando.

MacBooks, iPhones 4 e iPods de última geração agora se comunicam em ligações de vídeo via wifi. O processo se chama FaceTime.

Liguei para casa várias vezes, vi minha mulher e minhas filhas, falamos pelo tempo que quisemos, com custo zero. Vídeo e audio impecáveis.

Nas noites em que as meninas já estavam dormindo, minha mulher foi ao quarto delas para que eu pudesse vê-las. A mobilidade é indescritível.

Dizem que em breve (talvez até em 2011), o FaceTime não precisará de wifi, funcionará em 3G.

Estamos cada vez mais parecidos com os Jetsons…

Ah, outra coisa: vi “A Origem” no avião. Bom entretenimento, apesar da comparação inevitável (e a derrota, também) com “Matrix”.

Como só ouvi falarem mal, fui preparado para me arrepender. Final óbvio e tal, mas o filme gastou mais de 1 hora de um voo de 12, então cumpriu seu papel.

As outras opções eram péssimas, como um filme em que o marido da Demi Moore é um assassino que se apaixona por uma atriz loira (não vale a pesquisa no Google para escrever o nome dela certo) e se aposenta. Deve ser legal pra caramba…


LOCAÇO

27/07/2010

O nome do cara é Jeb Corliss.

Agora é o momento para parar de ler se você sabe quem é.

Se não sabe, clique aqui quando tiver mais ou menos 10 minutos para conhecer alguém absolutamente louco.

Conscientemente louco.

Corliss considerou suicídio quando tinha 18 anos. Aos 21, descobriu o base jumping.

“É a atividade perfeita”, ele diz. “Porque se eu fizer, é uma coisa que poucos seres humanos nesse mundo querem fazer. E se eu morrer fazendo… bem, aí eu consigo o que quero.”

Ele está realmente tentando se matar. Quer ser o primeiro ser humano a saltar de um avião e aterrissar, sem paraquedas.

O vídeo (em inglês) vale muito a pena.


CORRER PARA COMER

03/06/2010

Come-se muito bem na África do Sul. E dá para tomar vinho nacional sem medo.

Pelo que pude experimentar até agora, em Joanesburgo, o The Butcher Shop & Grill e o Montego Bay são dois lugares onde é impossível errar.

Ambos ficam no Nelson Mandela Square, o principal centro de compras da cidade.

O primeiro é uma gigantesca casa de carnes, que serve gigantescas peças de carne.

Pedi um Rib-Eye e o garçom perguntou se eu queria o de 500 ou 600g. Quis saber se não tinha uma porção menor, e o cara disse que tinha, mas que saía tão pouco que ele às vezes esquecia.

O pedacinho “standard” tem 380 gramas.

Mas é incrivelmente bom, com baked potato e creme de espinafre (esses acompanhamentos variam conforme o gosto do cliente).

Como voltarei ao The Butcher muitas vezes nas próximas semanas, deixei para experimentar as costeletas de cordeiro numa outra vez.

E como não faz bem comer carne todo dia (no dia em que a medicina resolver isso, abrirei um champanhe), o segundo restaurante cai na medida com frutos do mar espetaculares.

Já foi visitado duas vezes, duas lagostas grelhadas que merecem todos os elogios.

A foto acima é o efeito colateral.

Foi tirada na volta da corrida matinal. Quando saí, às 6h10, estava absolutamente de noite. O frio era absurdo.

Mas não há nada que pague os momentos finais, a sensação da missão cumprida. Fisicamente, os benefícios são muitos e conhecidos. Psicologicamente, tem me ajudado demais a tocar os dias por aqui.

O lugar em que estamos hospedados fica numa área quase exclusivamente residencial de Joanesburgo. Pouco movimento de carros, ruas planas e largas, uma ou outra subida. Ideal.


VENDER NÃO É FAVOR (post longo)

29/04/2010

Tenho uma esteira em casa, na qual tento reduzir o “prejuízo” causado por mozzarellas, costeletas, bifes de ancho e afins.

Gosto muito mais de comer do que de correr, mas, como já escrevi aqui, não discuto a importância da atividade física.

Pois bem. Minha esteira, como todas as outras, precisa ser lubrificada com silicone líquido (ou, como fiquei sabendo, em spray) periodicamente. Hoje tentei comprar um frasco.

Não foi fácil.

Há três lojas de equipamentos de ginástica na Av. Cidade Jardim, em São Paulo, relativamente perto de onde moro. Queen’s, Life Fitness e Kiko’s.

O Google me arrumou o telefone das três, e comecei o simples processo de procura.

Na Queen’s:

– Queen’s, boa tarde…

– Boa tarde, uma informação, por favor: você tem silicone para lubrificação de esteiras?

– Tenho. Líquido ou spray?

– Não sei, pode ser qualquer um…

– O líquido é para colocar na bolsa da esteira, para lubrificar automaticamente. O spray é para aplicar na lona.

– Quero o spray. Quanto custa?

– Por volta de 60 reais. Mas, espera aí (ouço o cara perguntar para outra pessoa: chegou silicone spray? Ao longe, a resposta é negativa), acho que não tem mais… é, não tenho mais, estou esperando chegar.

– É que você falou que tinha…

– Eu achei que tinha, mas acabou. Estou esperando chegar.

– Obrigado.

______

Segunda tentativa, na Life Fitness (preste atenção pois é a melhor parte):

– Boa Tarde! Obrigado por ligar para a Life Fitness… for english, press one… digite o ramal desejado ou 2 para assistência técnica, 3 para vendas, 4 para financeiro, ou aguarde para ser atendido…

(pressiono o número 3)

(música… toque… toque… toque… toque… toque…toque… barulho de ligação sendo transferida)

– Boa Tarde! Obrigado por ligar para a Life Fitness… for english, press one… digite o ramal desejado ou 2 para assistência técnica, 3 para vendas, 4 para financeiro, ou aguarde para ser atendido…

(resolvo aguardar)

(música – a ligação entra no terceiro minuto – toque… toque… toque… toque… toque… barulho de ligação sendo transferida)

– Boa Tarde! Obrigado por ligar para a Life Fitness… for english, press one… digite o ramal desejado ou 2 para assistência técnica, 3 para vendas, 4 para financeiro, ou aguarde para ser atendido…

(estou de bom humor – 4 minutos… – e tento novamente o 3)

(música… toque… toque… toque… toque… toque… barulho de ligação sendo transferida, finalmente um ser humano do outro lado da linha)

– Life Fitness, boa tarde. Um momento por favor…

(música… música… música… música… música… – 5 minutos – música… música… música… música… – 6 minutos – música… barulho de ligação sendo transferida, outro ser humano)

– Life Fitness…

– Oi, boa tarde, eu queria saber se vocês têm um produto…

– Um momento, vou transferir a ligação para vendas.

– Ah, obrigado.

(toque… toque… toque… toque… toque… toque…, o terceiro ser humano)

– Life Fitness…

– Por favor, vocês têm silicone para lubrificação de esteiras?

– Só um minutinho, isso é assistência técnica…

– Meu Deus…

(toque… toque… toque… toque… toque… – 8 minutos – toque… toque… o quarto ser humano)

– Life Fitness…

– Uma informação, por favor…

– Pois não…

– Vocês têm silicone para lubrificação de esteiras?

– Líquido ou spray?

– Tanto faz.

– Tenho os dois.

– Quanto custa?

– Depende. O líquido é um galão grande, de xyz litros, custa 95 reais. O spray é mais barato.

– Tá legal. Vocês estão aí na Cidade Jardim, né? De qual lado…

(interrompendo) Mas não adianta o senhor vir aqui, porque as peças não estão aqui.

– Como assim?

– As peças não ficam aqui na loja.

– E como eu faço para comprar?

– O senhor precisa fazer um cadastro conosco, aí o senhor recebe um orçamento, aprova o orçamento, faz o pagamento e nós enviamos o produto para o seu endereço.

– E quanto tempo demora?

– Quatro dias úteis.

– Deixa eu ver se entendi direito: eu tenho de fazer um cadastro, aprovar um orçamento, pagar e esperar quatro dias úteis para receber um frasco de silicone?

– Até quatro dias úteis, pode chegar antes.

– Ah… isso é sério?

– Claro.

– Vocês não querem fazer a venda, né?

– Por que não, senhor?

– Olha cara, se fosse uma esteira, uma bicicleta ergométrica, eu até entenderia. Mas é que eu estou pensando em passar aí para comprar um frasco de silicone, e, pelo que você está me falando, isso é impossível.

– Realmente, assim é impossível.

– Obrigado.

– A Life Fitness agradece.

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Ainda em choque, partimos para a terceira tentativa, a Kiko’s:

– Kiko’s, boa tarde…

– Boa tarde, você tem silicone para lubrificação de esteiras?

– O senhor precisa do líquido ou do spray?

– Spray.

– Tenho.

– Posso passar aí em meia hora?

– Pode sim.

– Obrigado.

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Uau, que conceito inovador!!

Saí da loja carregando o bendito spray como se fosse um troféu.

Na história do comércio, desde que se trocava o excedente de comida por peles, animais por utensílios…  passando pelo aparecimento da moeda e todas as teses pensadas e escritas sobre o funcionamento do mercado, suponho que tudo começa com uma negociação que (teoricamente) beneficia os dois lados.

E desde que o mundo é mundo, desde que existem cidades, negócios, empresas, clientes e consumidores, imagino que quem produz algo para vender, realmente tenha a intenção de vender.

Mas como não sou versado nesse campo, talvez eu esteja errado.


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